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Droga anti-HIV em testes vai permitir tratamento semanal, diz estudo
10/01/2018 Pílula em forma de 'estrela' permite liberação lenta de compostos. Com isso, uma única pílula por semana poderá ser suficiente, diz estudo publicado na 'Nature Communications' desta terça-feira, 09/01/18 Pesquisadores do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), nos Estados Unidos, desenvolveram uma cápsula para pílula anti-HIV que vai permitir que um único comprimido garanta o tratamento de uma semana inteira. O estudo foi publicado nesta terça-feira (9) na "Nature Communications". Cientistas envolveram os três principais compostos anti-HIV hoje usados (dolutegravir, rilpivirina e cabotegravir) em um sofisticado polímero que permitiu a liberação lenta dos compostos na corrente sanguínea -- garantindo, assim, que uma única dose semanal seja suficiente. O novo envoltório para a pílula foi testado em testes pré-clínicos: em ratos, cientistas observaram que os compostos podem ser liberados por até duas semanas. Nessa fase pré-clínica, pesquisadores avaliam o potencial do composto, mas ainda são necessários mais estudos para garantir sua eficácia Cápsula tem formato 'de estrela' A nova cápsula para pílula, uma vez dentro do estômago, se desdobra em uma estrutura com forma similar à de uma estrela -- o que impede sua passagem para o intestino. Sem sair do estômago, assim, ela continua a liberar compostos, ao mesmo tempo que permite que alimentos continuem passando pelo sistema digestivo. Os pesquisadores já haviam testado a estrutura com drogas de combate à malária em 2016 -- e agora desenvolveram a estrutura para drogas anti-HIV com uma adaptação importante: cada 'ponta' da estrela é desenvolvida com um material diferente. São os diferentes níveis de porosidade dessas pontas que garantem a liberação da droga em diferentes tempos. Hoje, a maioria das pessoas que vivem com HIV tomam medicamentos diariamente -- algumas vezes, mais de um comprimido. Como o tratamento é feito durante toda a vida, a medicação diária pode ser um entrave para adesão a longo prazo. Por esse motivo, são muitas as pesquisas em curso para o desenvolvimento de drogas que possam ser administradas com intervalos maiores de tempo entre uma e outra. Uma outra estratégia em estudo, por exemplo, é adoção de uma injeção que poderia ser administrada mensalmente. Fonte: G1
 

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