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A proposta apresentada pelo Governo Federal na semana passada de permitir a entrada no Brasil de 6 mil médicos formados em Cuba, sem a devida, necessária e legal revalidação de seus diplomas foi recebida com críticas e indignação pelo Comitê das Entidades Médicas de Goiás, formado pelo Cremego, Associação Médica de Goiás (AMG) e Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (Simego). O comitê divulgou uma nota (abaixo), rechaçando a proposta e contestando os argumentos do governo para justificar a contratação dos cubanos. |